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VOZ CLASSISTA MAIO 2013

07/05/2013

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MAIO 2013

Construir os Comitês de Luta pela Educação Pública, aprovados na assembleia da categoria, para Combater as péssimas condições de trabalho e ensino! Organizar a categoria! Seguir o exemplo d@s trabalhador@s da educação do Visconde de Cairu e Regional 3.

Leia:

SEPE e Categoria: Quem é Retrato de Quem (Págs. 2 e 3)

Plano de Metas = Privatização + Precarização + Discurso de Desqualificação do Trabalho Docente. (Pág. 4)

PELA CONSTRUÇÃO DO SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!

SINDICALISMO DE AÇÃO DIRETA!

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Greve contra a meritocracia e a destruição da educação!

09/04/2013

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Aatual situação da Educação no Estado do Rio de Janeiro está de mal a pior. Encontra-se em um momento crítico. Vivenciamos, a cada dia, condições precárias de trabalho e nossos alunos, precárias de estudo.

Não encontramos o mínimo necessário para desenvolvermos uma pedagogia crítica e de qualidade para os fi lhos da classe trabalhadora. Estamos assistindo o sucateamento, a precarização, a privatização e os desrespeitos com estudantes e trabalhadores. Nós profi ssionais de educação, se quisermos tentar reverter este status quo, precisamos agir imediatamente.

É importante sabermos e termos clareza sobre a materialidade do Plano de Metas em nossas vidas profi ssionais e para classe trabalhadora. Com medidas privatizantes, ele acaba com servidores essenciais como porteiros, técnicos, faxineiros, merendeiras, técnicos administrativos, ou seja, toda parte de apoio, a exemplo do Projeto de Lei 2055/2013, de autoria do próprio governador.

Além disso, aprofunda a implementação de medidas meritocráticas e autoritárias de caráter político-pedagógicas como aprovações “automáticas”, perda de autonomia docente, falta de infra estrutura, fechamento de escolas,
política de certifi cação, obrigações que não são dos professores (correção do Saerj e lançamento de notas no Conexão Educação), exigência das 4 horas de planejamento na escola, uso da violência policial nas escolas, dentre outras, as quais pioram as condições de trabalho e ensino-aprendizagem.

Neste sentido, o Plano de Metas amplia a exclusão dos filhos da classe trabalhadora ao acesso a uma educação pública e de qualidade com objetivo de mante-los como mão-de-obra super explorada e sem crítica. Qual objetivo? Economizar dinheiro com o serviço público, favorecer interesses privados e atingir índices de educação sem melhorar a qualidade do ensino e as condições de trabalho.

E como tem sido o enfrentamento ao Plano de Metas? No ano passado a direção do sindicato deixou a categoria a reboque das eleições sindicais e municipais. Assim, cedemos terreno ao governo quando não realizamos uma resistência efetiva, o que facilitou no avanço do Plano de Metas.

Por tudo isso, não podemos assistir passivamente à destruição da educação pública! Precisamos organizar o combate ao Plano de Metas! Faz-se necessário uma Greve, imediata e contundente. Temos que mobilizar a categoria que já se encontra insatisfeita, mas sem saber o que e como fazer para mudar tal quadro. Mobilizar e construir, antes e durante a greve!

A ORC propõe que construamos Comitês de Mobilização por regiões, criando debates, conscientizando, envolvendo e agitando os servidores nas nossas escolas, nas regionais e até mesmo no Sindicato, hoje tão desacreditado por grande parcela da categoria.

A SEEDUC CENSUROU … MAS NÃO ADIANTOU!!

09/04/2013

A SEEDUC censurou a realização do Seminário para discutir a educação pública no C.E. Visconde Cairu, mas ele será realizado no Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II em São Cristovão. OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!!!!

 

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Mobilização e Organização contra Perseguição: Vitória.

26/03/2013

Depois da mobilização organizada pelo camarada Augusto, da ORC, contra a perseguição política, a Metropolitana VII voltou a atrás na realocação do camarada. Fica cada vez mais evidente que a política do Estado tem sido perseguir e intimidar aqueles que defendem uma Escola Pública de qualidade para os filhos da classe trabalhadora. Perseguir aqueles que resistem a um projeto de educação, o Plano de Metas, que vai piorar a qualidade do ensino, já ruim, e das condições de trabalho, já péssimas.

Por outro lado, esta situação demonstrou que organizados e mobilizados somos capazes de resistir e conquistar vitórias.

PUNHO CERRADO AO INIMIGO,

MÃO ESTENDIDA AO COMPANHEIRO!

Construir a Greve já !

26/03/2013

Panfleto dia 23/02/2013

Vivenciamos na educação pública estadual do Rio de Janeiro um aprofundamento de sua precarização que se dá ao longo dos anos. A política do Governo Cabral, principalmente através do Plano de Metas, implementa medidas que têm como base o enxugamento orçamentário, sobrecarregamento de funções dos funcionários, utilização de metodologias, que do ponto de vista pedagógico, além de débeis, acabam com a autonomia dos professores. Como exemplo temos o Novo EJA e Projeto Autonomia.
Professores são obrigados a lecionar em diversos colégios para cumprir as novas regras, as escolas são injustamente ranqueadas, reproduzindo uma lógica que aprofunda as disparidades, assim como são obrigadas a cumprir metas que não condizem com a realidade escolar e social de alunos e professores; dentre outros ataques.
Desta forma, a categoria precisa se organizar e exigir a revogação do Plano de Metas (imposto através de decretos e sem discussões). A efetivação deste plano afeta diretamente as condições de trabalho, estudo (dos estudantes) e os próprios salários da categoria (que tendem a diminuir ao longo do tempo), tanto de funcionários como de professores. Neste sentido, é urgente travarmos uma luta, não só econômica, mas também política por condições de trabalho e estudo de qualidade.
Estamos diante da necessidade de uma Greve forte, sem esperar migalhas e “cala boca” do Governo, onde a reivindicação principal seja a revogação imediata do Plano de Metas. Este plano só tem como lógica formar mera mão de obra barata, reprodutora da lógica vigente, criar números eleitoreiros e economizar dinheiro com a escola pública para financiar as empreiteiras da Copa e Olimpíadas.

Pela revogação imediata do plano de metas!

Por uma greve combativa!

Comitê em Defesa da Educação Pública

26/03/2013

Comitê em Defesa da Educação Pública

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO RJ

27/02/2013

    O professor Augusto da Cruz foi removido de forma arbitrária do Colégio Estadual Murilo Braga, em São João deMeriti, onde é lotado há três anos. Augusto é o único professor de sociologia da unidade e mesmo assim a diretoria otransferiu para a Metropolitana 7.

O professor Augusto é um conhecido militante da categoria,  tendo realizado todas as mobilizações recentes contra osataques da Seeduc no período em que está na unidade. A diretoria do Sepe acompanha o caso desde o início – o sindicatoacredita que o professor esteja sofrendo retaliação política por parte da diretoria do colégio, que se recusa a rever aremoção do profissional.

O Sepe vai levar até a Seeduc o caso do professor Augusto e o Dept. Jurídico do sindicato já foi acionado.